O que aprendi com a minha experiência em cursos regulares de idiomas e como isso alterou minha jornada profissional

Por Luciana Pirk 07/03/2022

Minha experiência com escolas regulares de idiomas

Como comentei no post anterior, trabalhei durante 5 anos em escolas como Wizard, Callan e Brasas. Durante esse tempo, trabalhando com turmas grandes e muitas vezes em rodízio de professores e turmas, notei que, enquanto alguns alunos aprendiam, outros sofriam.


O que eu penso de cursos regulares de idiomas

São muito bons para alunos que têm grande facilidade para aquisição de um novo idioma e que trabalham bem em grupo, principalmente os que têm uma inclinação ao autoestudo e usam o tempo fora de aula para estudar e consumir conteúdos relacionados à língua.

Quando esse não é o caso do estudante, como não é o caso dos nossos alunos, o processo pode ser (e é) muito desanimador.

Provavelmente, se você passou por essa situação, isso foi o que aconteceu com você em cursos regulares:

Você se viu em grupos onde as pessoas sabiam mais do que você ou, por essa facilidade inata, aprendiam com muito mais rapidez, o que acabava te inibindo nas aulas de:

  • tirar dúvidas,
  • se expressar e
  • praticar o idioma.

Além disso, acredito que os métodos são engessados e, como eles prometem muito em pouco tempo, o professor ou professora desse curso acaba tendo que correr para cumprir tudo no período pré-determinado, não tendo autonomia nenhuma dentro de aula para trabalhar da maneira que seria mais adequada para sua turma e/ou aluno(a) particular.

Isso acaba deixando você, aluno, em um estado perpétuo de ponto de interrogação nas aulas e sentindo que você é incapaz.


E foi daí que veio minha inspiração e razão para fundação da minha própria escola de idiomas e de um novo método e forma de abordar o ensino de línguas: exatamente das caras de interrogação dos meus alunos nas escolas regulares.

Durante os 5 anos em que trabalhei com o ensino regular de idiomas, com turmas grandes e muitas vezes em rodízio de professores e turmas, notei que, como disse anteriormente, enquanto alguns alunos aprendiam, outros sofriam.

Me sentia de mãos atadas e sem autoridade para fazer escolhas mais adequadas para o ensino dessas turmas e alunos. A falta de autonomia na preparação das aulas me entristecia, pois eu sabia que eu podia fazer melhor e não podia.


E, por isso, eu estou aqui para te contar que você é capaz sim! O que te fez se sentir incapaz foi apenas uma questão de escolha de método e abordagem.

Enquanto métodos de escolas regulares podem ser muito bons e seus materiais também, nem sempre aquele método que funcionou para seus colegas ou amigos vai funcionar para você.

Então, o problema foi, na verdade, é que não deu match!

E também, que provavelmente, você não tem o perfil certo para estudar em cursos regulares.



Na parte 1, que você acessa clicando aqui, eu falei sobre minha caminhada no aprendizado da língua inglesa, minhas conquistas (estudos, intercâmbio, certificados) até parte da minha experiência profissional como professora de Inglês.

Hoje, na parte 2, compartilho com vocês as conclusões que tirei da minha experiência profissional em escolas regulares de idiomas e porquê tomei a decisão de não trabalhar mais com elas, fundar minha própria escola e meu próprio método de ensino.

Na parte 3, onde contarei para vocês como a IDION é verdadeiramente diferente das escolas regulares e, porquê aqui, com a gente, você vai dar match e encontrar seu professor ou sua professora perfeita, que vai te levar à fluência de forma leve e personalizada!

Obrigada por ler até aqui!!

Um ótima dia para você repleta de sucesso e conquistas!!

Luciana Pirk


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